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11 meses de gestão prospectam mais avanços a Mato Grosso em breve

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Da Redação

O governador Mauro Mendes tem tido motivos de sobra para comemorar os resultados que sua gestão vem coletando diariamente, apesar do pouco tempo de trabalho na cadeira número 1 do Palácio Paiaguás. Nesses 11 meses de governo, ao contrário da nebulosidade que pairava sobre o Estado no ato de sua posse, Mauro conseguiu reverter o processo de descrédito imperante nos quadrantes do território, reafirmando a potencialidade que Mato Grosso desfruta em áreas distintas e que parecia engessada por entraves insolúveis.

Na análise de especialistas políticos e da área de gestão, “o governador unificou ambos os talentos (político/administrador) em prol da concepção daquilo que MT precisava e que estava aparentemente inviabilizado de ser praticado. De forma sucinta, enérgica e inteligente, Mauro mexeu nas peças certas do estranho tabuleiro de xadrez que quase condenava MT a ser apenas referência de um passado melhor”.

O governador explica não haver nenhum segredo para tocar o barco administrativo, mas reconhece que essa empreitada não foi tão fácil, como alguns imaginam. “Ao assumir o governo, encontrei um Estado praticamente falido, caixa zerado, encargos volumosos imperantes em vários setores. Isso é desanimador para qualquer gestor, convenhamos. Refiz tudo, promovendo salutar recondução do Estado aos trilhos da normalidade. Contei, devo sublinhar, com grandes parcerias para implementar as mudanças pensadas. Muitas foram condenadas aleatoriamente por quem não entendia direito aquela situação vigente, ou pensava ser somente uma fábula governamental a argumentação de falta de recursos e inviabilidade administrativa do governo”.

Equilíbrio Fiscal

Ao promover o equilíbrio fiscal, o governador começou de fato a dar curso concreto às metas empenhadas para se tornar espelho de sua trajetória no Paiaguás. “Se não cortarmos gastos, refazendo conta por conta, aí não conseguimos avançar de nenhuma forma. Resultado: o retrocesso da instabilidade econômica da gestão tende a piorar gradualmente. Assim zeramos tudo, de forma impactante, para prosseguir com maior segurança e finalmente alcançar o patamar estável da atualidade que MT carecia. Não foram 11 meses fáceis, devo admitir, mas o pior já passou, e logo teremos um saldo triplamente melhor do que a própria equipe governamental estimou inicialmente, o que será fator preponderante para promovermos ampla retomada do desenvolvimento”.

O governador considerou importante sequenciar as obras governamentais (gestão passada) que estavam paralisadas no Estado, algumas delas vitais para o escoamento da produção agrícola e o trânsito diário dos moradores das cidades carentes de infraestrutura viária. “No nosso governo, atendemos regiões de todo o Estado, seja asfaltando, suprindo deficiências nas áreas educacional, de Saúde e Segurança. Os municípios careciam de uma maior atenção dos governantes, e nós assumimos esse desafio com muita clareza de ideias, determinados a cumprir os compromissos empenhados. Enfim chegamos lá, para nossa própria surpresa e satisfação. Isso se tornou também incentivo diário para irmos em busca de mais vitórias que possam encampar o bem-estar dos cidadãos mato-grossenses”.

“Novela” da Santa Casa: final feliz

Para o governador, a reabertura da Santa Casa de Cuiabá, agora sob a administração do governo estadual, veio se aliar à série de desafios que o governo tem enfrentado diuturnamente. “Todos se lembram da triste situação dos servidores e pacientes SUS após a desativação da Santa Casa, hospital que conseguimos reabrir após muitas discussões internas e externas, mobilizando inclusive o próprio ministro da Saúde. Nem dá pra descrever o semblante feliz dos servidores que retomaram seus empregos, recebendo proventos atrasados. Muitos sequer tinham recursos para bancar a cesta básica, alimento dos familiares. A Santa Casa se constituiu num episódio triste, felizmente superado a contento”.

Outros avanços foram elencados pelo governador Mauro Mendes nessa linha de créditos que ele diz “ousar direcionar à sua gestão”, sem deixar de ressaltar que a colaboração dos servidores públicos sempre teve papel fundamental no decorrer de todo esse processo. “Eles {servidores} representam a magnitude da máquina administrativa. Sou grato pelo que fazem em prol do nosso Estado, pelo muito que se empenham para tornar Mato Grosso um lugar tão próspero e predestinado a se tornar um gigante referencial no país. Tanto que tenho valorizado nosso funcionalismo ao quitar a folha salarial em dia”.

Para o governador, todo esse cenário de franca prosperidade só é possível porque sua administração é determinada a elevar Mato Grosso para que o Estado alcance posições sempre graduadas e merecedoras do seu potencial. “Mesmo os índices de violência foram reduzidos a patamares impressionantes, se comparados aos últimos tempos. Isso se deve à estruturação da área de segurança, para que o cidadão possa se sentir protegido, não aprisionado no próprio lar pela imposição da bandidagem, hoje em fase de debandada pela força estrutural disponibilizada aos órgãos de segurança pública. Nossas polícias (Civil/ Militar) estão aptas a fazer um confronto vitorioso com qualquer facção que se insinue como poderosa. E temos vencido essa queda de braço, para suspiro geral de todos”.

Foto:  Mayke Toscano/Secom-MT

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Oficinas da Subplan vão definir projetos estratégicos para 2027-2028

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A Subprocuradoria-Geral de Justiça de Planejamento e Gestão (Subplan) do Ministério Público de Mato Grosso deu início às Oficinas de Construção do Plano Geral de Atuação (PGA) 2027-2028, etapa que integra a execução do Planejamento Estratégico Institucional (PEI) 2024-2031. A iniciativa tem como objetivo avaliar os resultados dos projetos estruturantes desenvolvidos no ciclo 2024-2026, revisar estratégias e definir as diretrizes que orientarão a atuação institucional no próximo biênio.O ciclo de encontros teve início na sexta-feira (9), em formato virtual, com a participação da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, além dos Centros de Apoio Operacional (CAOs) de Educação e de Defesa da Pessoa com Deficiência.Na terça-feira (13), foi realizada a primeira oficina presencial, reunindo representantes da Procuradoria de Justiça Especializada em Defesa Ambiental e Ordem Urbanística e do Centro de Apoio Operacional do Patrimônio Histórico e Cultural, do Meio Ambiente Urbano e de Assuntos Fundiários (CAO Urbe). Já nesta quarta-feira (14), ocorreu o terceiro encontro, com a participação da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico e dos Centros de Apoio Operacional (CAOs) da Saúde e de Defesa dos Direitos Humanos, Diversidade e Segurança Alimentar. Todas as atividades são coordenadas pelo Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan).Segundo a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert, a elaboração do novo PGA representa uma oportunidade de reavaliar iniciativas em andamento e planejar ações capazes de ampliar os resultados entregues à sociedade. “Iniciamos um momento valioso do nosso planejamento estratégico, que é o início da construção do Plano Geral de Atuação para o biênio 2027/2028. Essa etapa iniciou-se com reuniões com as procuradorias especializadas e também com oficinas para que possamos revisitar os nossos projetos estratégicos e avaliar a possibilidade de construir novas iniciativas que entreguem ainda mais resultados para a sociedade”, destacou.Responsável pela condução dos encontros, a chefe do Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan), Annelyse Cristine Candido Santos, apresentou a metodologia das oficinas e informou que a documentação técnica necessária à elaboração do PGA deverá ser concluída até novembro. Na ocasião, também apresentou os resultados alcançados pelos projetos estratégicos em execução e detalhou as etapas previstas para a construção das novas iniciativas institucionais. Os participantes ainda receberam orientações sobre a elaboração do Termo de Abertura do Projeto, documento que define o escopo, a abrangência e as entregas de cada proposta.As próximas oficinas já estão programadas e contarão com a participação das equipes responsáveis pelos projetos Gaia – Gestão Articulada e Interinstitucional de Apoio ao Enfrentamento da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Família Acolhedora e Articulação em Rede.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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