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Novo presidente do Indea destaca desafios durante reunião com equipe

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Da Redação

 

 

A transmissão do cargo de presidente do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT) foi realizada nesta segunda-feira (28.01). O sucessor de Daniella Bueno é o também médico veterinário  e servidor de carreira da autarquia, Tadeu Aurimar Mocelin.

O ato de nomeação de Mocelin foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia 25 deste mês. Mocelin é graduado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e durante 21 anos desempenhou a função de chefe da Unidade Local de Execução do Indea de Aripuanã.

Em reunião com os servidores na unidade central do Indea, Mocelin destacou alguns desafios e pontos que considera fundamentais na sua gestão, entre eles, o fortalecimento do trabalho da instituição e a união dos servidores.

“Estamos enfrentando uma crise financeira e temos como desafio avançar para o status de livre de febre aftosa sem vacinação, algo que demanda maior atenção para a vigilância ativa e o fortalecimento do trabalho de educação sanitária”, frisou.

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Blairo e Eraí Maggi articulam nome de Avalone para vaga no TCE-MT

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A disputa por uma possível vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos atores nos bastidores políticos. Os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi teriam entrado nas articulações para apoiar o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na disputa por uma cadeira na Corte.

A movimentação ocorre em meio às conversas sobre uma possível aposentadoria de um dos conselheiros do Tribunal. Além de Avalone, os deputados Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho também são citados entre os nomes interessados na vaga, cuja indicação cabe à Assembleia Legislativa.

De acordo com as informações divulgadas, a intenção dos empresários seria fortalecer o nome de Avalone para ocupar a cadeira caso ela seja aberta. O deputado foi reeleito neste ano e, se escolhido pelo Legislativo, ainda precisaria passar pelos procedimentos de aprovação e nomeação para assumir o cargo.

Uma eventual saída de Avalone da Assembleia provocaria mudanças na composição da bancada do PSDB. Nesse cenário, quem poderia retornar ao Parlamento seria Juca do Guaraná, primeiro suplente da legenda nas eleições deste ano.

A articulação atribuída aos Maggi acrescenta mais um grupo de influência à disputa, que também envolve interesses relacionados à permanência de outros parlamentares na Assembleia. Aliados de Júlio Campos, por exemplo, defendem a indicação de Dilmar Dal Bosco ao TCE-MT, o que abriria caminho para o retorno de Júlio ao Legislativo como suplente.

Apesar das movimentações, ainda não há confirmação de que a vaga será aberta nem de que algum dos nomes citados será escolhido. As conversas permanecem no campo das articulações políticas, enquanto a definição depende dos próximos desdobramentos no Tribunal de Contas e na Assembleia Legislativa.



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