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Câmara de VG aprova inclusão de lactantes na vacinação contra Covid-19

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Da Redação
A Câmara municipal de Várzea Grande aprovou o Projeto de Lei que autoriza a inclusão de lactantes na vacinação, a proposta é de autoria das vereadoras, Rosy Prado e Gisa Barros, ambas do Democratas (DEM).
O projeto de Lei visa a vacinação imediata contra a Covid-19 de mães que amamentam e lactantes que se encontram no período de aleitamento materno de bebês que têm até um ano, no grupo prioritário da vacinação. 
“Eu tenho entendimento que quando você vacina uma mãe, uma lactante, você já imuniza a criança. Estamos apresentando juntamente com a minha colega parlamentar este projeto, que é a forma que nos cabe enquanto vereador, para que a Secretaria de Saúde possa priorizar este grupo importante”, declarou Rosy Prado. 
“Estudos comprovam a presença de anticorpos no leite de mães imunizadas contra a Covid-19, sendo assim, há esperança de que as crianças que recebem o leite humano já possam contar com algum grau de proteção transmitido pelas vacinas nas mães que os amamentaram. A imunização delas e a consequente proteção dos bebês pode se mostrar uma saída eficiente e sem maiores custos para o poder público” destacou Gisa Barros.
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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