Mato Grosso
PM realiza operação no Manso, apreende drogas e prende seis pessoas
Mato Grosso
Na ação policial, a PM apreendeu 36 frascos de lança- perfume, loló e maconha
Da Redação
A Polícia Militar, por meio de unidades do 1º Comando Regional, deflagrou uma força-tarefa para coibir a criminalidade, dispersar aglomerações de pessoas e orientar quanto as medidas de contenção da Covid-19. Em ação policial realizada neste sábado (22.05) na rodovia MT-351, a Estrada do Manso, foram presas seis pessoas e apreendidos 36 frascos de lança-perfume, além de maconha.
Vinte e seis policiais militares, dos 1º, 3º e 10º Batalhões, além do Batalhão de Trânsito, Rotam e Companhia do Palácio, participaram da operação que durou mais de 20 horas. Ao todo 85 veículos foram abordados, 25 autos de infração foram aplicados e seis pessoas foram presas em flagrantes por tráfico de entorpecentes com apreensão de 36 frascos de lança-perfume.
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Créditos: PMMT
Por meio de barreiras policiais, a PM abordou e verificou denúncias de eventos com aglomerações de pessoas na zona rural da região da Estrada do Manso. Em uma das abordagens, os policiais prenderam duas mulheres por tráfico de drogas no km 4 da rodovia. Foi constatado pela polícia também que o veículo delas estava com o licenciamento atrasado, o que levou a notificação e apreensão do automóvel.
Durante a checagem, os policiais encontraram no carro das suspeitas 36 frascos de lança-perfume e loló. Uma das mulheres presas relatou que os frascos de lança-perfume seriam comercializados por R$ 200 cada em uma festa clandestina na região do Manso. As suspeitas foram conduzidas à Central de Flagrantes.
Na operação, equipes do Batalhão de Trânsito da PM prenderam quatro pessoas (uma mulher e três homens ), no km 5 da MT-351. Os suspeitos estavam com quatro porções de maconha.
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Créditos:PMMT
No período noturno, as ações policiais foram intensificadas com monitoramento de eventos e checagens de denúncias de festas clandestinas e supostas aglomerações de pessoas foram verificadas, mas nenhuma irregularidade foi constatada.
Serviço
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800 .065.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes.
Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
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