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Max Russi se reúne com ministro das Comunicações e busca consolidar 5G para áreas rurais de MT

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A intenção do presidente da Assembleia Legislativa é levar internet, de alta velocidade, às famílias do campo, contemplando principalmente as escolas da zona rural.

Da Redação

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), se reuniu nesta terça-feira (18) com o ministro das Comunicações, Fábio Faria, em Brasília, para definir tratativas da possível implantação da tecnologia 5G, de acesso à internet, nas comunidades rurais de Mato Grosso. “Saímos bastante animados, o ministro vai se empenhar em valorizar o estado de Mato Grosso”, anunciou.

Segundo Max Russi, a intenção é que a conectividade chegue às famílias do campo, contemplando principalmente as escolas da zona rural. Além disso, o parlamentar avalia que o novo quadro tecnológico possa abrir precedentes para a implantação de tecnologias mais avançadas no que diz respeito à agricultura digital e de precisão, além de fomentar a melhoria no social, ambiental e na produtividade do agro. “Sem sombra de dúvidas, um avanço importante para Mato Grosso, em diversos sentidos”, avaliou.

O senador Wellington Fagundes (PL), a deputada Janaína Riva (MDB), o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes (PDT) e o vice- prefeito de Campo Novo dos Parecis, Antônio Cesar (PSL) também participaram do encontro na capital federal. Fagundes assegurou reforçar parceria com a Assembleia Legislativa, no que ele considera um verdadeiro projeto de democratização. O senador pretende aportar recursos, via Senado Federal, para que a proposta seja consolidada. “Estamos juntos nesse projeto, pois é um projeto que traz mais democratização e, principalmente, oportuniza àqueles que estão lá na ponta, mais distantes. A escola, o aprendizado, a saúde, tudo hoje depende de um sinal. O 5G está chegando e essa parceria nós vamos consolidar”, assegurou.

Na semana passada, Governo Federal inaugurou sua primeira antena 5G em área rural na fazenda modelo do Instituto Mato-grossense de Algodão, em Rondonópolis . O equipamento funcionará em caráter experimental, no entanto, será possível ter uma prévia dos benefícios da tecnologia inserida em um dos setores mais importantes para a economia do país.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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