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Unidades do Ganha Tempo da Ipiranga, Cristo Rei, Sinop e Barra do Garças retomam atendimento presencial

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Atendimentos serão feitos apenas por agendamento para evitar aglomeração

Da Redação

As unidades do Ganha Tempo da Praça Ipiranga, Cristo Rei, Sinop e Barra do Garças retomaram o atendimento presencial por meio de agendamento nesta quarta-feira (12.05), seguindo todas as medidas de biossegurança recomendadas pelos órgãos de saúde.

A Secretaria de Planejamento e Gestão, atual administradora do Ganha Tempo, informa que a reabertura para atendimento presencial será gradativa devido aos procedimentos da transição da gestão das unidades, que está sendo feita de forma direta pela Secretaria, já que o contrato de concessão administrativa com o Consorcio Rio Verde Ganha Tempo foi anulado por determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Vale ressaltar que com a gestão direta o Governo economizará cerca de R$ 8,7 milhões anuais em relação ao contrato com o Consórcio Rio Verde, que em 2019 – último ano em que o funcionamento foi integral sem interrupções nos atendimentos devido à pandemia-  custou R$ 19,5 milhões aos cofres públicos com a prestação dos serviços.

Unidades abertas nesta quarta-feira:

PRAÇA IPIRANGA – Já podem ser agendados atendimentos para o Sistema Nacional de Emprego (Sine), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Procon.

CRISTO REI – Em Várzea Grande estão disponíveis os atendimentos da Politec, Sine e Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

SINOP- Em Sinop já podem ser agendados atendimentos do Sine, Politec, Procuradoria Geral do Estado (PGE), Detran e Junta Militar.

BARRA DO GARÇAS – A princípio estão disponíveis os serviços do Detran, Politec, Sine e PGE, Serviço Único de Saúde (SUS) e Junta Militar.

A Seplag informa que quem já tinha atendimento agendado antes do fechamento das unidades terá que reagendar o serviço através do site da Secretaria.

Para realizar o agendamento clique AQUI.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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