Mato Grosso
Gefron vai formar 25 policiais de 9 estados no Curso de Policiamento de Fronteira
Mato Grosso
O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) vai formar 25 policiais para operar na fronteira brasileira no dia 27 de maio, às 8h30, na base do Gefron em Porto Esperidião (358 km a Oeste de Cuiabá). Serão formados policiais dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, do curso que começou em 29 de março.
No 4º CPfron os participantes tiveram instrução teórica e prática sobre direção policial, policiamento fluvial, sobrevivência policial, natação utilitária, patrulhamento rural, tiro policial, rastreamento humano, salvamento aquático, dentre outros módulos.


Créditos: Gefron-MT
Os cursos de nivelamento anual aos operadores de fronteira em Mato Grosso e os de formação de novos policiais de fronteira são referência nacional. O 4º CPfron foi realizado com recursos do Ministério da Justiça e da Segurança Pública e da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), a quem o grupamento é subordinado. O último curso ocorreu em 2017 e passou pelas cinco bases do Gefron em Porto Esperidião, Cáceres, Corixa, Avião Caído e Matão.
“O curso está dentro do programa Vigia, do Governo Federal, e importante para atualizar os policiais que atuam no policiamento de fronteira. As instruções são ministradas pelo efetivo de Mato Grosso e o Gefron de Mato Grosso é um modelo para o país”, destacou o comandante do Grupo Especial de Fronteira, tenente-coronel PM Fábio Ricas.

Créditos: Gefron-MT
Créditos: Assessoria
Desde 2002, o Gefron realiza patrulhamento na fronteira entre o Brasil e a Bolívia em combate ao tráfico de drogas e armas, contrabando e descaminho, receptação, além de roubos e furtos de veículos.
Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
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