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Famílias carentes do Médio-Norte recebem auxílio alimentação

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Cartões do programa Ser Família Emergencial ajudam a aliviar as dificuldades durante a pandemia. Em todo o Estado, serão mais de 100 mil famílias atendidas, no qual receberão um valor de R$ 150 por cinco meses

Da Redação

Moradores de baixa renda da região Médio-Norte receberam, nesta quinta-feira (6), o cartão do auxílio financeiro do Programa Ser Família Emergencial para a aquisição exclusiva de alimentos. A comitiva, composta por secretários de Estado, pelo primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) e o deputado Dr. João, entregou 623 cartões em Diamantino, 723 em Alto Paraguai, 340 em Nortelândia e mais 159 em Arenápolis.

A ação social é fruto da parceria da Assembleia Legislativa e Poder Executivo. Famílias carentes de bairros de Cuiabá e Várzea Grande também já foram contempladas. A ALMT destinou R$ 10 milhões de recursos próprios para efetivar o programa, que antes seriam durante três meses, no valor de R$ 150. Contudo, com a parceria do senador Jayme Campos, firmada na semana passada, mais dois meses foram garantidos com a liberação de mais R$ 15 milhões, além da contrapartida do governo.

Durante cerimônia de entrega, Botelho destacou a preocupação da ALMT em ajudar os menos favorecidos e criou a comissão especial, denominada Observatório Socioeconômico, para acompanhar e apontar ações para os setores mais críticos em decorrência à pandemia da Covid-19. Além de apoiar medidas para ajudar os pequenos e micro empreendedores e aprovar a proibição no corte de energia elétrica; a distribuição de cestas básicas e o cartão emergencial estão sendo entregues, para aliviar o sofrimento de milhares de famílias.

É o caso da diarista Vânia Alves Versalhes, que cria sozinha os dois filhos e perdeu a renda durante a pandemia. “Com a pandemia, a maioria dos meus patrões ficaram em casa, por isso alguns acabaram me dispensando. Além disso, os que continuei trabalhando pegaram Covid-19. E, no mês passado, enfrentei muita dificuldade, a ação social me ajudou. Agora, esse cartão vai me ajudar bastante na compra de alimentos”, disse a diarista.

O prefeito de Diamantino, Manoel Loureiro Neto informou que o município já trabalha a possibilidade de implantar o programa Mão Solidária. “Já temos a parceria dos governos federal e estadual e vamos contemplar com o programa Mão Solidária. É um marco importante que passamos nessa pandemia e precisamos ajudar”.

Botelho também ressaltou o trabalho da ALMT em fortalecer a Desenvolve MT, para que tenha condições de oferecer linhas de créditos para ajudar os microempreendedores, mais uma ação para ajudar no enfrentamento da pandemia.

Considera o auxílio essencial para amenizar o sofrimento dos menos favorecidos. Botelho tem cobrado dos grandes produtores do agronegócio parcerias como essa, que coloquem alimento à mesa das famílias carentes.

“É o básico que estamos fazendo. O estado está fazendo o seu papel de atender o seu povo, as pessoas. Somos um estado rico e cabe ao governo e a Assembleia fazer esse equilíbrio, tirar um pouco dos ricos e distribuir para os pobres. O povo de Mato Grosso merece!”, afirmou Botelho, ao destacar a época em que morou em Diamantino, cidade que considera também a sua casa.
Em Nortelândia, o prefeito Josimar Fernandes, o Zena, apontou o auxílio como um alívio a mais. E informou a distribuição de mais R$ 100 através de um programa municipal, a partir da semana que vem.

“Meu esposo não pode vender espetinhos porque fez cirurgia, agora está parado. Então, esse cartão significa muito para minha família”, disse a dona de casa, Nádia Ribeiro Damasceno, mãe de quatro filhos, moradora da chácara São Bento.

“Botelho é um deputado que está sempre presente em nossa região. Sempre preocupado em nos trazer investimentos”, agradeceu à presidente da Câmara de Alto Paraguai, vereadora Márcia Leite.
O governador Mauro Mendes foi representado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda Lima. Além de prefeitos e lideranças locais, também participaram Wener Kesley dos Santos, diretor-presidente da MT Participações e Projetos (MTPAR) e Jefferson Preza Moreno, secretário Adjunto de Turismo.

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Botelho defende valorização dos artistas regionais e fortalecimento da cultura

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A valorização dos artistas regionais e o fortalecimento da identidade cultural de Mato Grosso estão entre as pautas defendidas pelo deputado estadual Eduardo Botelho (MDB). Ao lado da deputada Janaina Riva (MDB), ele foi autor da Lei nº 11.967/2022, que estabeleceu a obrigatoriedade de destinar parte dos recursos públicos utilizados na realização de eventos culturais à contratação de artistas locais.

A legislação determinou a reserva de, no mínimo, 30% do valor do evento para a contratação de cantores, instrumentistas, bandas e conjuntos musicais regionais, desde que devidamente cadastrados junto à Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

A iniciativa buscou ampliar as oportunidades para os profissionais da música mato-grossense, garantindo maior participação nas programações culturais financiadas com dinheiro público e contribuindo para o fortalecimento da economia criativa no Estado.

“Mato Grosso tem artistas talentosos, que carregam a nossa história, as nossas tradições e a identidade do nosso povo. Nosso compromisso é garantir que esses profissionais tenham oportunidades, reconhecimento e espaço para mostrar seu trabalho. Valorizar a cultura regional também significa gerar emprego, renda e desenvolvimento para o nosso Estado”, destaca Botelho.

A Lei nº 11.967/2022, foi posteriormente revogada pela Lei nº 12.082/2023, sancionada em 18 de abril de 2023. A nova legislação, de autoria de lideranças partidárias, passou a disciplinar a contratação de artistas em shows e eventos musicais financiados com recursos públicos estaduais, inclusive por meio de parcerias e convênios.

A nova regulamentação manteve a diretriz de valorização dos artistas regionais, estabelecendo a destinação de, no mínimo, 30% dos recursos destinados aos cachês artísticos para essas contratações. Também definiu regras para os repasses financeiros, os pagamentos de cachês e a prestação de contas dos recursos públicos utilizados.

Dessa forma, embora a Lei nº 11.967/2022 tenha sido expressamente revogada, a atuação de Botelho na formulação da legislação anterior integra o histórico de iniciativas voltadas à ampliação do espaço dos artistas regionais nas políticas públicas de cultura.

Para Botelho, a valorização da chamada “prata da casa” vai além da presença de músicos locais em festas e grandes eventos. Trata-se de reconhecer a cultura como instrumento de desenvolvimento econômico, inclusão social e preservação das tradições mato-grossenses.

Cantores, instrumentistas, bandas e grupos regionais movimentam a economia, geram empregos e mantêm vivas as diferentes manifestações culturais do Estado. A ampliação do acesso às contratações públicas pode contribuir para fortalecer carreiras, incentivar novos talentos e criar condições para que os profissionais da arte cresçam em sua própria região.

Ao defender políticas de incentivo à produção artística local, Eduardo Botelho reforça a importância de assegurar que os investimentos públicos também se convertam em oportunidades para os talentos de Mato Grosso.

“A cultura precisa ser reconhecida como parte do desenvolvimento de Mato Grosso. Quando valorizamos nossos artistas, estamos fortalecendo a nossa identidade, movimentando a economia e criando oportunidades para quem vive da arte. Os talentos da nossa terra merecem espaço e reconhecimento”, conclui o parlamentar.

Fonte: ALMT – MT



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