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Cuiabá vacina população em vulnerabilidade social nos albergues municipais

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No total, a gestão Emanuel Pinheiro já aplicou mais de 109 mil doses de vacina desde o dia 20 de janeiro

“A nossa gestão, sempre pautada na humanização dos serviços àqueles que mais necessitam do suporte do poder público, não tem medido esforços para a vacinação. A Prefeitura de Cuiabá, numa ação com o acompanhamento da primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, tem cuidado dos que mais necessitam, dos mais humildes. Atendendo o que é preconizado pelo Ministério da Saúde, iniciamos o processo de imunização da população mais vulnerável. Buscamos  mecanismos, a exemplo do consórcio do qual Cuiabá é signatário,  para conseguir cada vez mais doses para que possamos expandir a nossa cobertura vacinal”. A ponderação é do prefeito da capital, Emanuel Pinheiro.

Na tarde de segunda-feira (26), em uma ação executada pela Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência em conjunto com a pasta da Saúde,  por meio do programa ‘Consultório na Rua’.

Um dos locais visitados trata-se do  Hotel Albergue mantido pela Prefeitura de Cuiabá, idealizado pela primeira-dama e criado por meio de parcerias com o Ministério Público e a Rede de Hotéis Mato Grosso.

O venezuelano Luis Gonzales, 65 anos, que procurou a capital como ponto de apoio para oferecer melhores condições de vida para a esposa e filhos, foi um dos vacinados contra a covid-19 na tarde desta segunda-feira (26). Além dele, outros sete acolhidos nos três albergues municipais, Porto, da Guia e Manoel Miráglia que também foram imunizados contra a doença.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, reitera a preocupação com a população em situação de rua e nessa semana irá lançar – ao lado da primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, uma ação voltada à assistência das pessoas em vulnerabilidade social, como garis, carroceiros, motoristas do transporte público, entre outros.

No total, a gestão Emanuel Pinheiro já aplicou mais de 109 mil doses de vacina desde o dia 20 de janeiro em cinco polos de vacinação, instalados na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), no Sesi Papa, no Sesc Balneário, estacionamento da Assembleia Legislativa e no Centro de Eventos Pantanal. 

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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