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Primeira-dama vistoria obra de nova sala para atendimento dos autistas no Cridac

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A adequação está em fase de acabamento e deverá ser entregue nos próximos dias

Da Redação

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, vistoriou nesta quarta-feira (07.04) a finalização dos trabalhos na adequação de uma sala para atender crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), no Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac).

O local será chamado de Ser Família Sensorial, uma vez que busca atender às necessidades para estimulação sensorial dos autistas. A adequação está em fase de acabamento e deverá ser entregue nos próximos dias.

“Tudo foi pensado e feito com muito carinho e atenção para atender esse público tão especial. Sempre reforço que inclusão é uma das minhas prioridades e nesse caso, tudo foi muito especial: a escolha das cores, dos objetos, iluminação, entre outros detalhes, pois o autista precisa desse olhar de mais cuidado, para que ele possa ter uma adaptação mais tranquila”, destacou Virginia Mendes.

As paredes da sala sensorial e de salas e corredores do entorno ganharam o toque do artista plástico Rafael Jonnier, que explicou que a escolha das cores foi bastante pontual. “Nosso objetivo foi garantir que as cores passem tranquilidade para os pacientes atendidos no Cridac”.

O diretor da unidade, Luiz Antônio Ferreira, explicou que todo o atendimento aos autistas no Cridac é feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e que a sala irá atender as necessidades das crianças autistas da melhor forma possível.

“Foi um presente esse da primeira-dama Virginia Mendes para o Cridac. É a melhor sala, toda adaptada para que as crianças tenham o atendimento de qualidade que merecem”, pontuou o diretor.

A sala sensorial tem cerca de 15 metros quadrados, com piso de tatame com espuma e está equipada com estrutura BEE, escada com escorregador, piscina de bolinhas, iluminação especial, área de escalada e pufes, entre outros equipamentos para garantir o tratamento das crianças.

A primeira-dama ainda lembrou que em 2020, o Governo implantou a Carteirinha de Identificação do Autista, destinada a crianças e adolescentes com o transtorno.

“E também teremos em breve, por meio do programa ‘Ser Inclusivo’, um cartão com benefícios para as pessoas com deficiência, melhorando o acesso a alimentação e outros itens de primeira necessidade”, finalizou Virginia Mendes.

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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