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Parceria facilitará que setor do comércio acompanhe trabalhos legislativos

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Da Redação
A Câmara Municipal de Cuiabá discute com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio) a implementação do sistema Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis), ferramenta desenvolvida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que monitora a tramitação de projetos de interesse das categorias do setor nas Casas Legislativas.
 
O presidente da Casa, vereador Juca do Guaraná Filho, destacou a importância da Federação para o setor produtivo e ressaltou que a Câmara Municipal está aberta para discussão de temas que ajudem o desenvolvimento econômico da capital.
 
“A proposta apresentada colaborará na eficiência dos trabalhos desenvolvidos pelos vereadores no setor produtivo”, ressaltou o presidente.
 
A assessora jurídica da Fecomércio, Fabíola Correa, explica que o sistema Renalegis consiste em uma rede nacional que tem como objetivo fazer a triagem e o acompanhamento das proposições legislativas que tramitam nas esferas federal, estadual e municipal que tratam de assuntos voltados as categorias do setor.
 
“Fazemos o acompanhamento e identificado o projeto de lei que pode trazem algum impacto ou benefício para algum segmento representado pela federação do comércio, começamos a atuar no sentido de fazer uma manifestação, mediante uma nota técnica, para apresentar ao vereador para que possamos trabalhar em conjunto na proposta, no sentido de melhorar a proposição para beneficiar tanto nosso segmento quanto o autor e, consequentemente, a todos aqueles que são representados”, disse.
 
Representantes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo e da Fecomércio se reuniram com o 2° secretário da Câmara
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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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