Política
Intermat regulariza imóveis em Cuiabá e Várzea Grande
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Intermat segue com atendimento para regularizar imóveis em Cuiabá e Várzea Grande
O Governo do Estado de Mato Grosso, por meio do Instituto de Terras de Mato Grosso – INTERMAT e em parceria com a MT PAR vem trabalhando de forma planejada e coordenada para regularizar 100% das áreas estaduais na baixada cuiabana, especialmente nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande.
Mesmo em tempos de pandemia, para que não sejam paralisados os trabalhos de regularização dos imóveis, a equipe da empresa GeoGIS tem dado continuidade aos atendimentos por telefone e utiliza os mecanismos online da empresa para que, no ato da ligação, seja possível coletar os documentos dos beneficiários, para instrução do processo administrativo e futura titulação.
Os serviços de Regularização Fundiária realizados pelo Instituto de Terras de Mato Grosso- INTERMAT são inteiramente gratuitos, contemplando diversos bairros da capital e garantindo que o título seja entregue registrado sem custos de emolumentos, taxas cartoriais e tributos e contam com o apoio da Assembleia Legislativa/MT.
Já foram contemplados os bairros como CPA I, II, III, IV, Tijucal, Industriário, Santa Amália, Grande Terceiro, Jardim Presidente, Itapajé, Cidade Verde, Santa Inês, São Carlos, Nova Cuiabá, São Gonçalo, Pedra 90, 7 de Maio (VG), Dom Orlando (VG), Dom Bosco (VG), Jaime Campos (VG), Jardim Primavera (VG), Canelas (VG), Asa bela (VG), Asa Branca (VG), Santa Izabel (VG), N.S. Guia (VG), Tarumã (VG), 24 de dezembro (VG), Cabo Michel (VG) e Cristo Rei (VG).
Por fim, outras regiões também serão contempladas nos próximos meses, com a regularização dos bairros Renascer, Jardim União, Jardim Florianópolis, Sonho Meu, Voluntários da Pátria, Vista da Chapada e Cinturão Verde, em Cuiabá.
Caso recebam uma ligação da empresa GeoGis saiba quais são os telefones habilitados para a entrevista.
Em caso de dúvidas, envie-nos uma mensagem através do canal de atendimento da GeoGIS: fundiario.mt@geogis.com.br.
Política
Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT
O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.
A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.
A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.
Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.
A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.
A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.
O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.
Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.
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