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Iniciadas obras públicas no São Gonçalo III para barrar alagamento

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O trabalho no bairro foi iniciado na última quarta-feira (31) e deve durar cerca de 45 dias

Da Redação

Desde a última quarta-feira (31), a Secretaria Municipal de Obras Públicas atua para eliminar mais um ponto de alagamento identificado por meio de mapeamento feito em parceria com lideranças comunitárias de Cuiabá. Desta vez, o trabalho de melhoria na rede de drenagem de águas pluviais beneficia moradores do bairro São Gonçalo III, na região Sul.

Ao todo, o projeto alcançará quatro vias da comunidade e, neste momento, as etapas de escavação e implantação de uma nova tubulação são executadas na Rua Um. Para solucionar o problema na região, a Secretaria planejou a instalação de manilhas de 40 e 60 centímetros e a previsão é de que todo o processo seja concluído em cerca de 45 dias.  

“O prefeito Emanuel Pinheiro determinou que criássemos um plano de atuação para solucionarmos os principais pontos de alagamentos da cidade. O São Gonçalo III tem esse problema crítico há mais de 20 anos. Mas garantimos que, em breve, mais esse transtorno chegará ao fim”, explica o vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa.

O trabalho no local é feito a partir do monitoramento, pelo qual foi constatado que a estrutura existente não era mais suficiente para atendimento da demanda, especialmente no período chuvoso. Diante do apontamento, foi iniciada a implantação de um novo sistema de escoamento que será responsável por ampliar o processo de vazão da água.

A identificação do problema foi feita por meio de uma parceria formalizada pela Secretaria com os presidentes das Associações de Moradores dos bairros da Capital. Em fevereiro deste ano, em reunião com lideranças comunitárias da região Sul, Stopa solicitou o apoio para que, ao longo do ano, os locais mapeados recebam uma intervenção de melhoria.

“Ninguém conhece melhor a realidade das comunidades que os próprios moradores. São eles que lidam, diariamente, com os problemas de cada uma das ruas. Nos casos de alagamento, não é diferente. Quem sofre é o morador. Por isso, é tão importante essa união dos representantes desses bairros com o poder público. No fim, todos ganham”, enfatiza Stopa.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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